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  • Caio Salles

Boto-cinza pede socorro


Desde o mês de novembro quase 150 botos-cinza foram encontrados mortos nas Baías de Ilha Grande e Sepetiba. Um número alarmante e fora do comum, que representa cerca de 10% da população total desta espécie na região.

Pesquisadores desconfiam que a causa da mortandade é a presença de um vírus, já conhecido por causar mortalidade em massa de alguns cetáceos em outros lugares no mundo, mas só detectado uma vez no Brasil.

Além deste caso recente, a fragilidade do Boto-Cinza é notória. O animal, que está no brasão da cidade do Rio de Janeiro e já quase não existe mais dentro da Baía de Guanabara (uma população de pouco mais de 30 indivíduos resiste bravamente), sofre com o aumento do número de portos na região, a poluição química das indústrias, o ruído das embarcações e a pesca desregulada.

Para quem quiser saber mais informações sobre o Boto-Cinza, conheça o Instituto Boto-Cinza


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