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Brasileiras ganham prêmio considerado o "Oscar da Conservação"

Não é só de derrotas que vivem a pesquisa e a conservação ambiental no Brasil ultimamente. As pesquisadoras Patrícia Médici e Gabriela Rezende foram premiadas no fim do mês de abril pelo Whitley Fund for Nature com o que é considerado o "Oscar da Conservação Ambiental".


Patrícia, que levou o prêmio principal, o Whitley Gold Award, é uma das fundadoras do Instituto de Pesquisas Ecológicas, o IPE, e lidera a INCAB – Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira. A partir de seu trabalho de mais de vinte anos pela conservação das Antas Brasileiras, foi criado o maior banco de dados sobre a espécie no mundo.


O outro prêmio, Whitley Award, foi dado à Gabriela Rezende, que trabalha há nove anos com o Programa de Conservação do Mico-Leão-Preto, na Mata Atlântica. Este é um dos mais antigos programas de conservação do Brasil, criado por Claudio Pádua, o primeiro brasileiro a vencer o Whitley Award, em 1999. Ela ganhou o prêmio com outros cinco pesquisadores escolhidos entre os mais de cem inscritos de oitenta países.


Cada ganhador nesta categoria leva 40mil libras como apoio para suas pesquisas. E o prêmio principal é de 60mil libras, cerca de R$400mil.


O Whitley Award é o maior prêmio de conservação ambiental do mundo. Com ele, A Whitley Fund for Nature busca reconhecer contribuições extraordinárias à conservação da vida selvagem, com foco na Ásia, África e América Latina, “atraindo a atenção internacional ao trabalho de indivíduos merecedores comprometidos em precipitar benefícios de conservação duradouros no local, com o apoio das comunidades locais”.



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